quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

JOÃO CABOCLO, O ACAVALADO.

Fiquei muito feliz quando encontrei este site de contos para assim relatar minhas experiências no mundo gay, para quem já leu algum de meus contos sabe, sou técnico de enfermagem e trabalho no serviço público, o que relato agora ocorreu comigo no início deste ano de 2012, fui tirar um plantão que para mim seria corriqueiro com tantos outros,(foi o que pensei)  ao chegar ao hospital a noite fui informado que havia um paciente na enfermagem 4 que já estava internado há 4 dias e ainda não havia chegado família ou parentes para o visitar e que o serviço social havia me incubido de colher informações dele para contactar a sua família ou parente, quando cheguei junto a ele fui logo lhe dando boa noite e vi que este senhor de 55 anos, muito alto, forte, moreno, fui logo o questionando sobre sua vida pessoal, me informou moro mo Engenho serra grande por traz da mata do Canha, sou viúvo há 3 anos, tenho quatro filhos mas se casaram e foram trabalhar em são Paulo e fiquei morando só, durante trinta anos trabalhei como vigia do engenho serra grande por ser muito alto e forte fui requisitado para este trabalho, já sou aposentado e ganhei um lote que me foi cedido pelo incra na desapropriação das terras daquele engenho, perguntei tem alguém que o conhece para o avisar que se encntra internado aqui?  respondeu morava na Bahia, vim para cá pequeno, minha mãe era india, daí o meu apelido de João caboclo, tenho parentes aqui não. Nisto chegou a enfermaria a enfermeira chefe que pediu que eu banhassse o paciente, disse sim senhora, quando a mesma se retirou fui buscar roupas  limpas do hospital  panos para cama e roupas limpas para o paciente, retornei com sabonete e lhe ordenei que saisse do leito para irmos para o banheiro, este cidadão havia levado uma queda do cavalo e teria sido socorrido desmaiado por cidadãos que não o conhecia, estava com dificuldade de andar, o ajudei o segurando no ombro direito, quando chego ao banheiro peço para o mesmo tirar as roupas e noto que ele ficou tímido, ficou de costas para mim, o ajudei tirar a calça, camisa e foi quando ele disse, estou com vergonha doutor, respondí não sou doutor, sou enfermeiro, vergonha de que?  tenha não estou acostumado ver homens nus devido a minha profissão ( e opção sexual em secreto)  ele de costas devagarinho comecei arrear seu calção, tamanha foi minha surpresa, aquele homem era raceado com jumento, mesmo ele de costas via seu pênes chegando no meio das pernas, mesmo estando mole, disse seu João o que é isto? ele respondeu por favor mangue de mim não esta é minha vergonha, enfermeiro, desde que eu era criança não gostava de tomar banho nu junto aos meus amigos pois todos caçoavam de mim me  chamando de acavalado, cresci me casei mas já perdi muitas oportunidades de meter com alguém que gostava e perdia a oportunide, alegavam que não me aguentava, disse tudo bem depois a gente conversa mais, liguei o chuveiro,  lhe banhei com muito caarinho as costas, a frente quando chego ao penes eu estava com luva, ensaboei seus órgãos genitais com muito carinho, nisto seu penes começa crescer em minhas mãos, ele timidamente disse desculpe, não queria fiacar assim, disse muitos homens queriam ter um assim, ele disse se o meu fosse norma era melhor para mim e eu enaboando aquela coisa preta com as duas mãos, estava deslumbrado,  o enxuguei e disse vamos para a cama, o vesti troquei os lençóis e o deitei, olhei a papeleta e lhe apliquei os medicamentos indicados,  disse depois a gente conversa mais já que quase todas enfermarias estão desocupadas, fui para a enfermagem anotar alguns dados colhidos e conversar um pouco com meus companheiros profissionais, houve um chamada especial chegaram muito pacientes no trauma e a chefia solicitou todo mundo da enfermagem, sé devia ficar um técnico e todos os demais deveriam auxiliar no trauma, fique alí só eu e mais três pacientes, aproveitei para conversar um pouco mais com seu João caboclo, quando chego ao leito logo vejo que ele ficou muito alegre com meu retorno, me sentei na cadeira de acompanhante e começo converssar com ele, como conseguia transar sendo daquele jeito? disse a minha ex aguentava mais ficava sempre reclamando de dor na barriga, já fui a zona mas quando as mulheres veem logo desistem e avisam as outras e depois disto nenhuma sai comigo, minha fama chegou a alguns frescos que queriam me conhecerm teve um chamado bastião daqui de Vitória que disse que queria falar comigo pois soube de minha fama, este sim era veado, deixava eu meter tudo no cu dele gostava e não reclamava, depois desapareceu soube que foi para o estrangeiro, quando ele rindo disse isto notei seu pau cresceu e começou levantar o lençol, disse-me sou estou lhe contando este segredo pois noto que posso confiar no senhor e ter certeza que ficará entre nós, respondi pode deixar, disse-lhe posso lhe confiar um segredo também? claro respondeu, no segredo sou veado, mas poucos sabem, posso confiar? ele riu e disse sou como um túmulo o que me segredam nunca conto a ninguém, você topa meter comigo? respondeu agora? respondi aqui não, nos surgirá uma oportunidade,  volte a enfermaria, de manhã fui voluntariamente lhe banhar, estava gostando e ele também, via que estava menos tímido, quando o ensaboei, ele ficou de pau duro, fiquei de costas arriei as  calça e zosba  fiquei com a bunda empinada e disse gostas disto? ele já queria me pegar alí mesmo, aqui não disse, tenha paciência o senhor estar se recuperando bem, logo estará de alta. larguei mas antes fui me despedir dele.  No outro plantaõ quando chego ao hospital de manhã, notei que ele já estava saindo pela porta social e a assistente social notando que eu o cumprimentei perguntou o conhece? respondi sim, gostaria de o acompanhar com o motorista  a sua residência?  respondi sim, já que ele estar sozinho, fomos, quando chegamos a mata do engenho, ele disse minha casa fica lá em baixo um pouco perto do riacho, fui o ajudando um pouco ssegurando seu ombro, decemos por uma trilha íngrime que só passava-se a pés ou de cavalos, lá longe avisto uma casa ele diz é aquela alí a minha casa Paulo, o cachorro vira-lata veio latindo alegre e aproveitou a oportunidade  queria me dar uma dentada, mas foi ásperamente repreendido por seu caboclo, que saiu correndo com o rabo entre as pernas,   a casa era de sapé, tinha um alpendre, batente na porta,  várias fruteiras ao redor, horta, galinhas, uma cocheira, forçou a fechadura a porta se abriu havia perdido a chave, entramos começo observar parecia que seus móveis havia parado no tempo, tudo muito rudimentar, tamborete, bancos de sentar, um fogão a lenha, olhei também o quarto de dormir, um cabide na parede de pendurar roupas, uma cama de madeira muito forte de madeiras tiradas da mata. me ofereceu algo para comer biju e carne de charque crua com um caneco de água, nisto lá longe o motorista buzina o carro e eu não estava nem um pouco apressado. me despidi me perguntou se queria levar verduras, um cozinhado de macaxeira (aipim) gerimum(abóbora) disse não fica para outra vêz, respondeu haverá outra vez?  sim respodi gostei muito do senhor se me permitir gostaria de vir visitar o enhor sábado posso? ele disse claro, venha á tarde, de manhã irei a feira comprar algo que falta.   Ao chegar em casa avisei a dona Maria que no sábado iria tirar um plantão de uma colega que sua filha iria aniversariar, chegou o tão por mim esperado sábado não me alimentei pela manhã, a tarde fiz uma limpeza caprichada no reto introduzindo uma magueira com água muito forte, coloquei um pouco de óleo de oliva no final da mangueira introduzi no reto e liguei para ficar com o intestino bem lubrificado( sabia o que me esperava)   aprontei a bolsa do trabalho com roupas creme, sabonete, aparelho de barbear,coloquei no baugueto da moto e disse já vou.  Dona Maria disse espero que a enfermeira que você vai tirar seu plantão ao menos se lembre de lhe trazer um pouco do bolo, certamente falei. Quando chego ao sítio era 16:00 horas, seu João ficou muito surpreso dizendo achava que o você não viria, seja bem vindo, pediu que guardasse a moto em um quartinho que há atraz da casa que serve para guardar ferramentas e sementes, disse entre, o que queres comer? eu disse obrigado, não quero nada, seu João como o senhor tem se sentido? ele disse ainda dóe um pouco, comprei cerveja preta e já estou quase bom, auferi sua pressão que estava ótima, pedi que tomasse um comprimido que havia trazido queera muito bom, (plamil)  disse tome não pode mastigar, é amargo e dentro de uma hora você não pode comer nem tomar água, quer água de coco e tomar banho no rio enfermeiro? aceito respondi, pegou a foice para tirar coco, peguei toalha, aparelho de barbear, sabonete e fomos para o rio, tirou um cacho de coco, bebi a água de seis,   vamos ao rio, era muito lípido, cheio de pedras grandes, havia um poço onde era uma delícia para banhos, disse tire a roupa seu João, tirei também, eu não tirava os olhos daquela rola monstruosa, já estava semi-dura,  demos alguns mergulhos, foi quando ele disse paulinho a tua bunda parece ser de mulher, desde aquele dia que me mostrasse que penso nela, eu disse safadinho né?  disse sente naquela pedra,  sentou, ensaboei seus pentelhos carinhosamente e comecei raspar com muito  carinho, sempre jogando água, sua rola ficou super dura, estava me provocando, seu cacete tinha 29cm, chegava perto do joelho, o ensaboei e ele rindo, disse nunca na minha vida alguém foi tão carinhoso comigo, pegou o sabão e me ensaboou também, alisou com muito carinho minha cobiçada bunda, me virou encostou a rola na minha bunda e disse estou com a cabeça muito quente ( o efeito do palmil)  disse por favor se arreganhe, disse aqui não, o cachorro nadava junto a nós, a água chegava em minha cintura, peguei sua jamanta me encostei na pedra, com muita dificuldade coloquei uma parte da cabeça na boca e comecei alisando aquele mastro, lhe fazia carinho nos culhões que estava quente e roxo, aos poucos ele começou forçar minha boca, eu segurava seu penes com as duas mãos, nas forçadas minha cabeça estava batendo rocha, já senti que nectar estava sendo expelido para minha garganta, parei e disse vamos para casa?  segurei sua rola e o arrrastei para a margem, me enrolei com uma toalha, mas deixei a bunda nua, do rio para a casa era  três minutos, ele vinha nu com as minhas roupas e as dele na mão, sua pica batia num lado e do outro da perna, o cara parecia um jumento quando corre atráz da égua, mal entramos ele por dentro fechou a porta, fui para o quarto, ele veio atraz, parei fiquei de frente para ele e disse gostaria de lhe pedir um favor, disse é só dizer, respondi sua rola é muito grande, gostaria que me amarrasse na cama, se eu chorar, meta mais, se implorar para tirar empurre com mais força, só me largue quando estiver totalmente saciado é para isto que vim aqui, fazendo assim vou ficar gostando mais do senhor e sempre que quiser virei aqui dar o cu a você, será o nosso segredo, tá certo respondeu, foi na casinha onde estava a moto buscar a corda e eu peguei a tomada de xilocaína passei um pouco no ânus, melei o cu com creme de coco, me abri fiquei em posição de ´´X´´ na cama coloquei o travesseiro por baixo da barguilha e fiquei esperando ser comido. seu João chegou trouxe panos velhos para não relar meu tornozelo amarrou com muita força, me abrindo a bunda ainda mais, com a outra corda marrou minhas duas mãos, ele ficou sentado na minha costa. amarrou firme e disse nunca comi alguém amarrado mas deverá ser bom, me disse palavras carinhosas, agora mato minha vontade, faz três anos que não meto, gostosa, eu disse por favor querido empurre, dilate meu trazeiro, com as duas mãos alisava, abria ao máximo e começou empurrar com muita força, em três estocadas senti sua barguilha encostar minha nádega, metia como um cavalo, eu só fazia gritar, uuuuiiiiiiii, aaiiiiiiiiiiii, devagar mô estar me abrindo por dentro, não adiantava ele metia que a cama rangia, cruc, cruc, meu cuzinho pedia socorro, o seu peso 110 quilos e a força das estocadas me fêz mijar sem  querer, estava me sentindo empalado,  minhas pernas involuntariamente tremia, o cachorro lá fora latia pressentindo o que estava havendo, já fazia mais de 40 minutos que eu estava sendo deflorado me sentia enfraquecendo e ele me mordendo o cangote, com os fortes braços por debaixo de meus ombros metia sem dó e eu implorando tire não aguento mais, e o macho dizia, gostosa, que bunda gostosa do caralho, porra aguente seu fresco, meu filho, que bumbum delicioso, remechendo o pau dentro de mim, sentia que as víceras estavam mudando de lugar  empurrado por aquela tora, comecei gozar e disse mete caboclo, senti-me desmaiando ou morrendo, ainda fraquinho disse estou morrendo por favor tire,  ainda me lembro, ele virou meu rosto e me beijou forte a boca introduzindo a língua em minha boca, me sufocando...........  Quando acordei era 10:00 horas da noite, estava desamarrado, limpo, enrolado num lençol de saco e seu joão estava fazendo café. disse-me porque você dormiu? disse desmaiei, ele asustado excamou, foi mesmo. depois disse é uma de minhas noites mais felizes de minha vida, nunca me lembro de ter gozado tanto,  passei a mão no ânus estava dilacerado, quer um pouco de café? aceitei,  ficou um pouco conversando, abri a porta para admirar a naturreza, na zona ruaral o céu é lindo a noite, as estrelas,  estava fazendo frio, fiquei nu mas enrrolado como o lençol,  o tarado permanecia nu e com o pau duro, disse sente frio? balancei a cabeça que sim, me esquentou por traz e seu pau forçava meu trazeiro, a porta de sua casa era de dois rolos, me dedrucei disse passe creme  e meta a rola prá cima,  fiquei quase de quatro pés com a bunda levantada, senti seu fumo invadir-me e disse encarque sem pena matuto gostoso, aqui sou sua mulherzinha, mete jumento, pensava que eu iria correr foi?  deixei ele bombar uns dez minutos, quando notei que ele iria sentir o orgasmo me sai e disse vamos para fora?  no alpendre havia uma mesa onde ele colocava a sela do cavalo, fiquei de frente, me sentei na mesa levantei as pernas e disse segure a parte intena do meus joelhos e meta pensando numa mulher que deseja comer, ele disse a a comadre zefinha, senti aquela cobra forçando meu estômago, dizia aiii que delícia, comecei falar fino e disse vai macho não ficava no rio cobiçando minha bunda come gostoso,  sentia esperma e creme melar minha bunda e a mesa onde eu estava sentado, gozou como um leão, urrou muito forte, uuuuuuuuuuuuuuuhhhhh,  o cachorro latiu e veio para perto, tirou a mandioca se sentou numa pedra que servia como batente cansado e cambaleante, quando descansou me convidou para tomar um banho de cuia com a água de uma sisterna no quinta, água de chuva muito fria, logo fiquei tremendo, nos enxugamos e fomos nos deitar, estava exausto, peguei no sono, mas quando desperto noto que seu joão estava com a perna por cima de mim e minhas costas estava engalada, eu dormindo eleme comeu,a rola mole permanecia uma parte no meu cu, mesmo sujo fui dormir novamente, ao amanhecer mais ou menos as cinco da manhã, escuto latidos, barulhos de cavalos se aproximando, diz ou de casa?  seu João responde ô de fora, era dois compadres de seu João preocupados com seu sumiço, compadre estávamos preocupados faz seis dias que o senhor não aparece no engenho, o que houve? acho que levei uma queda do cavalo e quando dei por mim estava no hospital lá da Vitória, o seu cavalo está lá na casa de Biu de Pedro junto com a sela quando quiser vá buscar, tá certo e obrigado, disse mais quando viemos notamos rieeiros de moto vindo nesta direção ficamos preocupados quem era? há era um funcionário do hospital que veio trazer uns medicamentos que  que estava faltando.( não sei se el observou que o rastro da moto não retornou) quando eles se despediram, seu João mais que depressa já veio nu e disse  ainda estou com vontade você deixa? Não respondi nada e fiquei coberto e deixei a bunda de fora, ele meteu e meteu parece que não queria nunca mais, queria me rasgar com seu pintão, como custou um pouco eu disse goze logo por favor preciso daqui a pouco ir embora, ele perguntou posso lhe amarrar novamente? eu disse não só de outra vez( não sou besta  não, quando ele iria me soltar) enfim terminou, tomamos banho, desta vez aceitei o café, biju, carne de bode assada na brasa, salada com verdura tirada da horta na hora. me arrumei, prometendo depois de muita insistência voltar no outro sábado. Uma das noites mais emocionantes da minha vida, no retorno me perguntava com alguém com 25 anos tinha tanta tesão? o palmil, vida saudável, movimentando o corpo, comidas mais ao natural possível, respondi a mim mesmo. depois daquele dia já fui ao seu encontro duas vezes, somos amigos, as vezes ele me leva produtos do sítio para mim no hospital que já o disse que não precisa deste trabalho, onde ele mora não tem sinal de celular, quando ele quer se comunicar comigo deixa um bilhetinho num poste perto da feira. agradeço a todos que pacientemente lerem este conto. homens super megas dotados querendo me dar prazer me escrevam, moro na zona da mata centro de PE.